Esta semana vivenciamos o Passo Orar e Vigiar, com a seguinte leitura: Isaias 55, 6-11
6.Procurai o SENHOR enquanto é possível encontrá-lo chamai por ele, agora que está perto.7.Que
o malvado abandone o mau caminho, que o perverso mude seus planos, cada
um se volte para o SENHOR, que vai ter compaixão, retorne para o nosso
Deus, imenso no perdoar.8.Pois os meu pensamento não são os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são os meus — oráculo do SENHOR.9.Pois tanto quanto o céu acima da terra, assim estão os meus caminhos acima dos vossos e meus pensamentos distantes dos vossos.10.E
como a chuva e a neve que caem do céu para lá não voltam sem antes
molhar a terra e fazê-la germinar e brotar, a fim de produzir semente
para quem planta e alimento para quem come,11.assim
também acontece com a minha palavra: Ela sai da minha boca e para mim
não volta sem produzir seu resultado, sem fazer aquilo que planejei, sem
cumprir com sucesso a sua missão.
Quando leio um trecho da Palavra de Deus, fico a refletir sobre ela e, como diria, meu amigo Dauri Batisti, retiro uma jóia, uma preciosidade dela, a qual descrevo para voces:
Seguindo o programa de Vida Nova, esse passo é composto por DUAS AÇÕES (Orar E Vigiar), ao invés de uma ação como os demais passos. Essas duas ações formam a receita básica para manter a Sobriedade. Certa vez, exatamente neste passo, refletia que muitas vezes nos apegamos a uma dessas duas ações ou mesmo em nenhuma. Somente uma das duas ações não é suficiente.
A oração é a conversa íntima com o Senhor, a ação de estreitar os laços de amizade e intimidade com Ele. Nela entregamos nossas angústias, fraquezas, as alegrias, frustrações, tudo o que somos a Deus. Pedimos nela, que o Senhor seja a nossa força, nos dê suporte quando estivermos a desfalecer, enfim que Ele venha em nosso socorro quando já não aguentarmos mais a batalha.
Se na oração pedimos e o Senhor vem em nosso auxílio, também temos de fazer a segunda ação, o vigiar. Reparem que no versículo 8 Isaías é bastante enfático que os nossos caminhos não são o do Senhor. É preciso mudar de direção, de traçar o caminho de Deus. Ou seja inserirmos Deus na nossa vida, que será através da leitura meditada e adotat a Palavra de Deusa diariamente, praticar essa Palavra, através dos Sacramentos, de tantos tesouros que Cristo dos proporciona através da Igreja, como a Mãe Dele. E mudar o nosso caminho para o de Jesus não é fácil. Irá requerer disciplina, determinação e sacrifício, MUITO sacrifício.
Numa reflexão me foi inspirado que muitas vezes não obtemos a Graça da Sobriedadea porque não queremos fazer os sacrifícios diários. Pois aquilo que nos tira do equilíbrio, da sobriedade é MUITO prazeroso, sem´dúvida alguma muito prazeroso. Pergunte a qualquer dependente químico ou compulsivo. TODOS eles vão lhes descrever sensações de prazer do pecado. Escrevo sem medo de estar errado. Esses sacrfícios são como cortar a preópria carne, e aí vem o papel de da oração, para que Jesus venha em nosso socorro. Pois quando não tivermos mais força, Ele será a nossa força.
Acha que seu caso não tem jeito? Que chegou ao fundo do poço, de onde ninguém poderá tirá-lo? Meu irmão, minha irmã, o Evangelho significa BOA NOVA. Não existe caso perdido. Olhe para o versículo 7 da leitura de Isaías! Deus perdoa a tudo, riquíssimo em Misericórdia! Nada está perdido!!! Queira a Sobriedade, queira o sacrifício e ore pelo socorro de Deus. Ele não vai te deixar caído!! Olhe os versículos 10 e 11!! É Palavra de Esperança!!! Você pode ser uma semente machucada, maltratada, mas Cristo tem muito a fazer em você!!! Assim é o desejo dele!!!
Basta você querer? Não! Você possivelmente terá de arrombar a porta, as fechaduras e os grilhões que prendem seu coração, sua alma. No entanto, as armas estão aí: oração, a Palavra, os Sacramentos e nós da Pastoral da Sobriedade.
É meu deserjo e o de Deus com certeza, que você seja motivado por essa palavra, por essa reflexão para sair do marasmo e do desânimo e busque o Tesouro dos Céus.
Forte Abraço na Sobriedade!!
Wilian - Agente
Ação concreta da Igreja que evangeliza pela busca da Sobriedade como um modo de vida. Pela Terapia do Amor trata todo e qualquer tipo de dependência. Propõe mudança. Valoriza a pessoa humana.
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Sexta-feira - 20:00 - igreja da Comunidade Cristo Redentor - Bairro República
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Oração, Disciplina e Sobriedade
Durante o período que atuei em Vitória, fiz algumas visitas a algumas comunidades terapêuticas. Todas elas eram ligadas a alguma religião (católica ou evangélica) e, consequentemente tem por base a Fé em Deus. Muitas dessas comunidades viviam de doações e suas instalações ofereciam o mínimo de conforto e dignidade aos dependentes em recuperação.
Acompanhei muitos casos de recuperação, e sempre me perguntava como era esse Milagre. Conversava com os internos, voluntários e funcionários dessas comunidades. Dessas conversas percebi que tinha sim a condição necessária e obrigatória da vontade do interno em deixar o vício. Também percebi que a Fé, a entrega ao DISCIPULADO do Nosso Senhor Jesus Cristo é a coluna de sustentação para a recuperação.
Desse discipulado é que vem todas as armas para vencer o vício. Dessas armas, destaco neste post a DISCIPLINA. Sim, ela é fundamental. A disciplina em pequenas atitudes como a obediência a horários para cada atividade, o que inclui o lazer. Nessas comunidades é notório a exigência para o cumprimento de horários, e atividades em uma ordem pré-determinada, e entendi que uma das primeiras características que um dependente perde é a disciplina. E o que a disciplina tem haver com sobriedade? Sempre associei Sobriedade com Equilibrio. Tudo aquilo que nos tira do equilíbrio, nos tira da sobriedade, e para ter equilíbrio é preciso disciplina na vida.
Neste ponto volto ao texto que transcrevi que foi dito pelo Papa Bento XVI a respeito da oração. Acho interessante, como ele abordou e explicou tão bem e em tão poucas palavras a relação entre a oração e a disciplina. O comprometimento em ter os horários para essa conversa com Jesus, e como cumprir esses horários, e organizar o nosso tempo auxilia na educação e disciplina das pessoas, o que o Papa chama de compromisso social.
Ainda ontem ouvia um padre a falar dessa necessidade de disciplina para cada atividade na vida, o que inclui a oração. Ele dizia a mim e a outros presentes, devido a preparação para o Ano da Fé que inicia em outubro: Force-se a não somente a rezar, mas a cumprir um horário determinado. Crie um pequeno domingo todo dia através da oração.
Embora o padre e o Papa tenham afirmado o caráter disciplinar da oração, foi nas comunidades terapeuticas que percebi primeiramente essa relação.
Acompanhei muitos casos de recuperação, e sempre me perguntava como era esse Milagre. Conversava com os internos, voluntários e funcionários dessas comunidades. Dessas conversas percebi que tinha sim a condição necessária e obrigatória da vontade do interno em deixar o vício. Também percebi que a Fé, a entrega ao DISCIPULADO do Nosso Senhor Jesus Cristo é a coluna de sustentação para a recuperação.
Desse discipulado é que vem todas as armas para vencer o vício. Dessas armas, destaco neste post a DISCIPLINA. Sim, ela é fundamental. A disciplina em pequenas atitudes como a obediência a horários para cada atividade, o que inclui o lazer. Nessas comunidades é notório a exigência para o cumprimento de horários, e atividades em uma ordem pré-determinada, e entendi que uma das primeiras características que um dependente perde é a disciplina. E o que a disciplina tem haver com sobriedade? Sempre associei Sobriedade com Equilibrio. Tudo aquilo que nos tira do equilíbrio, nos tira da sobriedade, e para ter equilíbrio é preciso disciplina na vida.
Neste ponto volto ao texto que transcrevi que foi dito pelo Papa Bento XVI a respeito da oração. Acho interessante, como ele abordou e explicou tão bem e em tão poucas palavras a relação entre a oração e a disciplina. O comprometimento em ter os horários para essa conversa com Jesus, e como cumprir esses horários, e organizar o nosso tempo auxilia na educação e disciplina das pessoas, o que o Papa chama de compromisso social.
Ainda ontem ouvia um padre a falar dessa necessidade de disciplina para cada atividade na vida, o que inclui a oração. Ele dizia a mim e a outros presentes, devido a preparação para o Ano da Fé que inicia em outubro: Force-se a não somente a rezar, mas a cumprir um horário determinado. Crie um pequeno domingo todo dia através da oração.
Embora o padre e o Papa tenham afirmado o caráter disciplinar da oração, foi nas comunidades terapeuticas que percebi primeiramente essa relação.
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